A capoeira no interior de São Paulo é uma extensão da tradição afro-brasileira, enraizada pela migração de mestres baianos entre as décadas de 1960 e 1980, e consolidada por mestres locais que resistiram à repressão histórica.
A prática mistura Regional e Angola, sendo forte ferramenta de resistência e cultura nas comunidades, com grupos expressivos em cidades como Avaré, Ourinhos, Bauru, Botucatu, Sorocaba e região.
- Pioneirismo e Migração:
- A partir dos anos 60, mestres baianos trouxeram a capoeira para a capital, que posteriormente se espalhou para o interior. Exemplos incluem o Mestre Mirão fundador do Grupo de Capoeira Rosa Baiana de Guarulhos, discípulo de Mestre Silvestre, e formou mestres como, Mestre Gildo Mocotó, que se mudou para ourinhos e fundou o grupo Ritual Baiano.
- Depois de uma reformulação, o grupo criado por Mestre Gildo em 1985, passou a se chamar Associação de Capoeira Ritmo Baiano e completou em 2026, 41 anos e existência.
- Presença Local: A capoeira é forte em centros como Avaré (Mestre Marcão), Ourinhos (Mestre Gildo) e (Mestre Briner), Bauru (Mestre Baianinho), Lençóis Paulista (Mestre Tatu), Botucatu (Mestre Gamela), Itatinga (Mestre Arrepiado), Arandu (Mestre Marcão), que atuam há décadas em suas regioes.
- Formatos de Ensino: A capoeira se consolidou tanto em academias quanto em projetos sociais e no contexto escolar, sendo parte do currículo da Educação.
- Hoje temos no interior de nomes importantes da capoeira nacional. é o caso do Contra-Mestre Tom que é citado como uma liderança positiva, tendo conquistado resultados expressivos em competições estaduais, incluindo medalhas de ouro e no campeonato Brasileiro de Capoeira resultado que lhe garantiu vaga para o Mundial de capoeira em 2026.
- Ele tem destaque com seu grupo em Avaré onde lidera, juntamente com contra Mestre Barrão e
